Universidade japonesa distribui iPhone de graça?

Um projeto interessante está sendo desenvolvido em uma universidade o Japão: estão sendo distribuídos iPhones de graça para estudantes, cujos objetivos, além de desenvolver novas formas de interatividade e aprendizados entre alunos e professores, prentende também controlar a frequência dos alunos.

Como vai funcionar a identificação dos alunos:

Segundo o Terra, assim que os alunos entrarem na sala de aula, em vez de escreverem o nome em uma folha, eles simplesmente digitam um número de identificação e um número de classe específico em um aplicativo criado para o iPhone. Tecnologias via satélite dirão de que lugar está sendo feito a identificação para se evitar fraudes.

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 O Japão é um grande exemplo de valorização à educação, algo sagrado para eles. Interessante que, de tão enraizada que é essa cultura, você raramente encontra japoneses que não têm um nível elevado de educação ou estão em busca disso, mesmo aqui no Brasil. Parecem blindados às influências contrárias da nossa cultura (que já está mudando, ainda que lentamente).  

Em terra alheia muitos japoneses e seus descendentes são chefes, diretores, gerentes, médicos, engenheiros, numa proporção inalcançável para brasileiros em suas terras. 

Essa cultura não se deve apenas à idade millenar desse país, como poderiam justificar alguns: na Guerra de 1945 o país foi devastado e sua consciência e valores culturais permitiu que se reerguesse novamente. Agora como a 2º maior economia do mundo, atrás dos EUA.

Um grande exemplo para nós, que temos colegas, amigos e parentes japoneses e descendentes e facilmente podemos constatar essa “coinscidência” de sucesso. Não para invejá-los, mas que nos sirvam como inspiração, uma prova de que o sucesso premia quem corre atrás do conhecimento.

Há que se valorizar, lutar pela educação, é a única esperança de libertação e socialização das camadas mais pobres desse nosso Brasil.Viver atacando somente os sintomas (bolsa-familia, etc) é inútil.

Oportunidade de Ouro

Mas como pessoas ignorantes, privadas da educação, podem lutar por esse direito garantido pela constituição se elas nem sabem o que é uma constituição?  Aí recai grande parte dessa responsabilidade de cobrança sobre nós, que conhecemos alguma coisa. Cabe refletir o que seria de nós se nascêssemos naquelas condições precárias, debaixo de enchentes vez por outra, perdendo “tudo”…Talvez compreenderíamos melhor o valor de uma oportunidade…ou não?  

O que você e eu poderíamos fazer para tentar mudar isso?

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