Domine seu estresse e não o contrário em 4 dicas essenciais

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Sente-se estressado ultimamente? Você não está sozinho, mas muito pelo contrário, bastante acompanhado! Estima-se que 70% da população economicamente ativa do Brasil já tenha sofrido de estresse, sendo 69% relacionados a situações no trabalho, segundo pesquisa feita no ano passado pelo ISMA Brasil.

O estresse é um problema reconhecidamente mundial, que não respeita fronteiras de cultura, riqueza ou pobreza. Destrói e mata na mesma intensidade. O que dizer no Brasil sobre o problema dos caminhoneiros, por exemplo?

Muitas pessoas morrem ou são mutiladas todos os anos por causa de medicamentos e drogas utilizados pelos motoristas para que possam reduzir o período de sono e assim efetuarem suas entregas em menor tempo e ganhar um pouco mais.

Os resultados trágicos tem sido cada vez mais constantes com o aumento desses abusos, uma vez que um lapso de apagão que dure não mais que apenas uma fração de segundos enquanto dirige é o suficiente para destruir vidas, famílias.

Mas não é somente a carga sobre-humana de trabalho, o culpado por essa doença. Há ainda outro lado das causas do estresse, muitas vezes ignoradas, embora tão maléficas quanto. Veja alguns trechos de artigo da Exame:

No entanto, a pesada carga de trabalho não é o único aspecto que conspira contra o equilíbrio mental. Estar acomodado em um trabalho que não desafia e não faz crescer também gera stress, segundo Flora Victoria, da Sociedade Brasileira de Coaching.

Ou pode-se quebrar por superaquecimento ou murchar e desaparecer por subutilização”, explica a consultora. “Os dois excessos são ruins”.

Como saber quando estou ou não estressado? Entenda os sinais!

Alterações bruscas no comportamento ou na saúde física e mental do indivíduo podem ser sinais de que seus limites estão sendo ultrapassados – de uma maneira nociva.

De acordo com a estudo da ISMA Brasil, 78% dos homens e 83% das mulheres que participaram da pesquisa afirmaram ter dores musculares ou de cabeça. Além disso, 39% deles e 37% delas sofriam de distúrbios do sono.

Segundo Ana Maria Rossi, que conduziu o levantamento e preside a associação no país, a ansiedade foi o sintoma mais prevalente entre as pessoas entrevistadas.

Taquicardia, ganho ou perda de peso, problemas gastrointestinais também seriam outros indícios. “Ele começa a beber ou comer mais, dormir menos, fica sedentário”, enumera André Caldeira, da consultoria Propósito. “Ou passa a querer se isolar, tem dificuldade de se relacionar com os outros”.

Ok. Temos sempre que dar um pouco mais de nós mesmos no trabalho para atingir nossos objetivos, em parte devido a cultura de pressão por resultados aliada a escassez de recursos, em especial em países menos favorecidos como o nosso. Mas, para que esses objetivos sejam plenamente atingidos, seria bom estarmos saudáveis, inteiros para desfrutar das conquistas logo depois, certo?

Veja outras dicas do artigo de como se esforçar sem se prejudicar (tanto):

A resposta pode estar em um princípio de Aristóteles, segundo Flora. “Você será feliz quando conseguir usar as suas forças na quantidade correta e estiver funcionando em seu nível ótimo”, diz a especialista. Ou seja: trabalhando nem mais, nem menos do que, realmente, pode.

Na prática, isso significa que é preciso ter uma noção clara de si – de quais são suas fronteiras, do quanto é possível ultrapassá-las, de quando é preciso parar e, quando for o caso, do quanto você precisa se esforçar para chegar até lá.

“A empresa não é algoz e não é vítima. São escolhas e corresponsabilidades”, afirma Caldeira. Em outras palavras, cada profissional também é responsável pelo próprio equilíbrio. E isso demanda assumir o volante da própria vida e não ceder às pressões.

Manter um estilo de vida saudável (com a prática regular de exercícios físicos, boas noites de sono e uma alimentação equilibrada), ter com quem desabafar e investir em técnicas de relaxamento não são garantias de imunidade ao stress. (Fonte: Exame)

Vemos acima alguma lição de casa para nós como remédio para boa parte do estresse a que estamos sendo submetidos. Muitas situações são externas, as quais podem ser apenas pouco influenciadas, quando muito, além de demandar mais esforço e tempo.

Mas o que podemos mudar imediatamente, cabe unicamente a nós, especialmente no que se refere a nossas atitudes conosco mesmo e com as pessoas que nos rodeiam na empresa, de subordinados ao mais alto escalão. O que, por si só, é uma grande coisa, uma vez que passamos a maior parte do tempo ocupados com nossa carreira profissional, seja estudando ou trabalhando.

Resumidamente, siga os passos abaixo

1 – Procure identificar o estresse;

2 – Tente entender seu ambiente, os motivos que tem gerado a doença;

3 – Planeje ações no aspecto técnico (delegação de atividades, etc) e emocional (lidar com ansiedade, frustração, relacionamentos, etc);

4 – Coloque as ações em prática – pouco a pouco, o importante é começar.

Este é um exercício que deve se repetir em nossa carreira profissional de tempos em tempos, mais de uma vez por ano. Quanto mais procrastinarmos nesse sentido, mais nossa saúde vai cobrar, e não vai ser barato… Que tal começar hoje?

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