Enfim sai reajuste para os profissionais de TI…ao menos se as empresas não recorrerem

7% é o valor do reajuste que os profissionais de TI deverão receber após determinação do TRT (Tribunal Regional do Trabalho). A batalha foi longa, mas nada que não possa prorrogar um pouco mais se a entidade que representa os empregados não recorrerem.

Segue abaixo alguns detalhes da decisão, conforme publicada pelo portal Exame:

(…)A Justiça do Trabalho que determinou um reajuste de 7,5% para os profissionais de TI. A Justiça acatou outros pedidos da categoria como obrigatoriedade de implementação de planos de Participação em Lucros e Resultados (PLR), vale refeição mínimo de R$ 10 para jornada de 8 horas e R$ 8 para jornada de 6 horas.
Profissionais que recebem apenas o piso de suas funções terão direito a um reajuste maior que 7,5%, entre 9% e 11%, de acordo com decisão da Justiça. Em nota, o presidente do Sinpd, Antonio Neto, comemorou a decisão e atribuiu à “inflexibilidade dos patrões” o fato da negociação ir parar na Justiça.

Veja o resumo dos reajustes, publicado pelo site SindPD de São Paulo:

1 – Aumento linear de 7,5% (para todos os salários)

2 – Pisos

Digitador – R$ 894,00 (9% de aumento)

Office boy – R$ 600,00 (11%)

Administrativo – R$ 709,00 (9%)

Técnico em Informática – R$ 992,00 ( 9%)

Help Desk – R$ 992,00 ( 9%)

3 – Estabilidade de 90 dias a partir de 25 de Maio – Ninguém pode ser demitido até 25 de agosto;

4 – Vale Refeição:

R$ 10,00 para jornada de 8 horas;

R$ 8,00 para jornada de 6 horas;

5 – PLR – As empresas têm um prazo de 60 dias para formar uma comissão de empregados, representantes da empresa e sindicato para formular um plano de PLR para este ano.

6 – Horas Extras – Todas as horas extras desde 1º de janeiro deverão ser pagas com adicional de 100%.

7 – Aplicação: Sugerimos que as empresas apliquem imediatamente a decisão.

8 – Os dias parados durante a greve não podem ser descontados.

As perdas financeiras durante o ano serão repostas devido a decisão ser retroativa. Nada mais justo já que os patrões é que apostaram na briga na justiça.
Agora é ficar atento com o cumprimento dessas mudanças por parte das empresas.

Acesse o site Exame e o SindPd para maiores informações a respeito.

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