Detector de mentiras durante entrevista de emprego:a moda vai pegar?

| 24 de março de 2011 | 2 Respostas

Mentir durante uma entrevista de emprego não é algo incomum. Omissão de informações, mentiras puras ou meias verdades, não importam suas justificativas e nem o grau da mentira dita, por assim dizer. Dá tudo na mesma, continua sendo mentira.

Um idioma, básico que vira fluente, uma faculdade trancada que vira “em adamento”, e por aí vai…

Com tanta concorrência no mercado de trabalho nos postos mais altos das empresas, a veracidade das informações passadas pelo candidato acaba sendo ainda mais importante. Isto tudo devido à confidencialidade da informação, que é fundamental nos dias de hoje, nos quais impera o conhecimento como capital mais valioso. E para garantir que isto seja assim (ou ao menos diminuir a probabilidade de erros), algumas empresas estão começando a fazer uso de tecnologia de ponta, como é o caso do sistema Face Reading.

Segundo o site Exame, o sistema funciona da seguinte maneira:

Para chegar à análise final das expressões do candidato, primeiro o sistema grava a reação da pessoa diante de perguntas básicas como nome, profissão e idade, para identificar o padrão facial do entrevistado. Quando ele alterar o padrão de expressões faciais diante de perguntas mais relevantes, como a fluência em línguas ou a causa da última demissão, o recrutador poderá avaliar o que a emoção demonstrada diz sobre o candidato.

De acordo com Abreu, alguns sinais já indicam que os candidatos podem não estar falando a verdade como olhar sempre para baixo, piscar e engolir saliva com mais frequência, ruborizar a orelha, entre outros. “O uso do software, no entanto, deverá identificar com mais precisão esse tipo de comportamento”, diz.

Na Employer, o sistema deve ser utilizado principalmente, segundo Abreu, para cargos de confiança e alta gerência. “Quanto maior o cargo, maior o risco, por isso é indicado ter uma ferramenta a mais para auxiliar o selecionador a avaliar mentiras em perguntas essenciais”, afirma.

Não demorará muito para que esse tipo de tecnologia seja comum nos processos de seleção. Isto é bom para quem tem um currículo  e experiência de carreira real, fruto de seu esforço e dedicação, diferentemente de muitos enroladores que se vêem por aí.

 E você, quais outros mecanismos poderia indicar para ajudar a eliminar os enganadores dos processos seletivos de forma a seleção mais justa? dê sua opinião!

Este artigo faz referência à publicação da Exame

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Categoria: Carreira, Comportamento

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Comments (2)

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  1. Marcelo disse:

    Lega seria se utilizassem também na divulgação das vagas, são tantos requisitos e muitas vezes na prática é tudo diferente.

    [Reply]

  2. André disse:

    Por outro lado a pessoa por saber que está sendo submetido a testes como esse, pode ficar nervoso e demonstrar algo que não faz realmente parte da sua conduta. É sempre complicado testes que implicam colocar a verdade dele contra a verdade do aparelho.

    [Reply]

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