Crianças podem desenvolver gosto por programação de softwares de forma divertida – veja as opções

As perspectivas para a área de programação de softwares devem continuar a se confirmarem positivas nos próximos anos. Milhares de vagas abertas no mundo todo, que ficam meses abertas.

Um grande exemplo é que aqui no Canadá foi renovada a lista de profissões prioritárias liberadas pelo governo para aprovação dos processos de imigração como trabalhador temporário e adivinha se profissões relacionadas a essa área aparecem ou não. Justamente.

E isso, também no Brasil, nos EUA…enfim. Mas programação ainda assusta muita gente. Por isso é bom começar cedo e com ferramentas mais divertidas, mesmo para quem nem imagina se trabalhará com isso no futuro. Como é o caso das crianças ou mesmo pré-adolescentes.

O site Read Write Web divulgou alguns serviços interessantes para ajudar a iniciação da criançada nesse mundo fascinante da Tecnologia. No mínimo, vai ajudar a desenvolver a lógica desde cedo, o que deve ajudá-los muito no futuro em seus estudos, na vida, não importa a área de atuação que venham a escolher.

Codecademy (acima de 12 anos)
Esta ferramenta pretende ensinar programação a qualquer pessoa, até mesmo adolescentes. Apesar da interface não ser tão atraente e colorida quanto a de outros aplicativos, o Codecademy é amigável e simples de entender. A ferramenta pretende iniciar as pessoas em linguagens como Python, Ruby, PHP, HTML ou JavaScript. O tutorial está tentando expandir seu apelo aos jovens em uma campanha para treinarem programação depois da aula, incentivando os alunos e educadores a iniciarem um clube de programação em suas escolas.

Scratch (acima de 8 anos)
Criado pelo MIT em parceria com empresas como Microsoft, Intel e Nokia, o Scratch usa uma linguagem de programação que facilita a criação de histórias interativas, animalções, jogos, música e arte e seu compartilhamento na internet. Segundo os criadores, na medida que os jovens criam e compartilhas projetos na ferramenta, aprendem importantes ideiais matemáticas e computacionais, ao mesmo tempo em que aprendem a pensar criativamente.

Code Monster (de 9 a 14 anos)
Esta ferramenta, que pode ser acessada diretamente no navegador, um monstro orienta as crianças sobre como alterar as variáveis do Javascript, o que modifica a aparência dos blocos na tela ao lado. Cada nova lição traz novas cores e formas para o lado direito da tela.

Alice (acima de 8 anos)
O Alice foi criado por pesquisadores da Universidade de Virgínia como uma introdução à programação orientada a objetos. Na ferramenta, os jovens aprendem conceitos fundamentais de programação no contexto de criação de filmes animados e videogames simples. Os objetos 3D povoam um mundo virtual em que os alunos arrastam e soltam peças para criar o programa. Assim, eles conseguem ver a relação que existem entre as instruções de programação com o comportamento dos objetos na animação.

Daisy the Dinosaur (de 5 a 8 anos)
O aplicativo para iPad pretende ensinar os conceitos básicos da lógica de programação para as crianças. O funcionamento é simples: blocos com comandos como “rolar”, “saltar” e “crescer” são arrastados para uma área de programação. Ao apertar play, os jogadores veem uma relação direta entre os comandos e as ações que o dinossauro executa.

Hackety-Hack (acima de 13 anos)
O programa dá uma introdução para adolescentes na linguagem Ruby. O programa tem uma interface dividida em duas telas: um editor para a introdução de comandos e testar programas e uma lição que esclarece o código. Depois do tutorial, os usuários criam e compartilham programas e jogos simples.

O importante é não forçar nada, mas incentivar para que experimentem. Tem que pegar gosto, se divertir, aí o aprendizado será pura consequência. O desenvolvimento do raciocínio lógico é importante para a vida profissional futura como será também para a esfera pessoal.

Não tem  nada disso de definir a carreira da criança, mas ensiná-las a construir suas pequenas decisões de forma lógica e estruturada, o que deve refletir positivamente em todo o seu desenvolvimento. Por que não incentivá-las a brincar também com essas ferramentas?

A divulgação dos links acima foi feita no site do Terra.

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