Corte de pessoal: Ruim para quem vai e para quem fica

pressionadoTrabalhar na área de TI sempre significou longas jornadas de trabalho, finais de semana na empresa, e muito, muito café… mas o momento atual é muito mais difícil e  delicado.

A carga de trabalho mudou, mas para pior.  Salários menores (ou congelados), corte de horas extras, equipes estão sendo reduzidas, orçamentos enxugados, mas ainda projetos com prazos mantidos, ou seja, apertados e muita pressão por resultados.

O ritmo de crescimento do país, afetado pela crise externa é representado por números cruéis: O FMI prevê retração(!!) de 1,3% do PIB, embora a ministra Dilma Rousseff aposte em crescimento 2%, segundo anunciou o Globo.com.

Sim, isso não é um “privilégio” somente da área de TI, com muita tensão, nervos à flor da pele e aumento do número de atritos no ambiente de trabalho, mas essa área, devido à correria e dinamismo natural dos lançamentos tecnológicos, tem uma carga extra de toda essa tensão…e as consequências, ainda mais se esse tipo de situação se prolongar por muito tempo, são as piores para nossa saúde também.

O resultado emocional, por exemplo, não é dos melhores: a insatisfação pode facilmente ser levada para casa e descarregada nos familiares que pouca ou nenhuma culpa tem.

 Neste momento é natural às vezes ficarmos esperando que o chefe tome a iniciativa, as rédeas da situação, mas o que muito acontece nesses períodos de turbulência é que o seu gerente, que também é humano, vai no banheiro como todo mundo, etc e tal, também passa por problemas “extra-campo” que adicionados à pressão que vem de cima, sucumbe se tornando reativo, explodindo a medida em que as coisas não vão dando certo…

Temos duas opções à primeira vista:

Sair correndo frente à falta de respeito e educação de quem devia nos liderar e não apenas chefiar e procurar um novo emprego  ou enfrentar a situação e quando o seu chefe estiver mais calmo, discutir sobre idéias que possam melhorar a produtividade da equipe, ajudar na redefinição de prioridades, enfim, são muitas atitudes.

Às vezes trocar de chefe ou mesmo empresa é igual a trocar de conjuge no casamento: você pode trocar e perceber que nada mudou…

A hora e vez dos talentos

É na hora da crise que os bons profissionais aparecem.  Pessoas agregadoras fazem muita diferença em prol da união no departamento. É a hora, mais do que nunca, de mostrar qualidades humanas no meio da pressão desumana.

Como tem sido a sua atitude em sua empresa mediante a crise? compartilhe conosco nos comentários!

Complemente sua leitura com este artigo da CIO, que apresenta o lado do chefe e suas atitudes esperadas nessas situações.

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