Defasagem de profissionais de TI será maior e faz o Brasil agir

 Que há defasagem no número de profissionais de TI no mercado para suprir a demanda, já não é novidade para ninguém. A Brasscom divulgou dados alarmantes:

Previsão do número de formados Computação e Processamento de Tecnologia da Informação em 2011: 53 mil. Demanda prevista para no mesmo ano: 520 mil profissionais.

Algumas medidas podem ser tomadas para que o Brasil possa melhorar no Índice Brasil para Convergência Digital (que mostra os níveis de penetração das TIC na sociedade brasileira), no qual ficou numa situação considerada vergonhosa. Entre elas, segundo a  Brasscom:

  • geração de vagas nos principais cursos relacionados com a TI na rede pública;
  • ampliar a participação das FATECs e CEFETs na formação de nível técnico superior em TI;
  • utilizar os recursos de TI como ferramenta pedagógica para alunos e professores visando à melhoria da qualidade do ensino fundamental e médio.

Friso a rede pública por questões óbvias: Se a maior parte da população é de classe baixa (classe média com salário de R$ 1.064? sei…), uma coisa que muito incomoda, deve ser mudada: rede pública com ensino de qualidade é privilégio quase que exclusivo da verdadeira classe média. E isso tem que mudar.

 A Resposta do Governo

Os Ministérios da Ciência e Tecnologia (MCT)e do Trabalho e Emprego (MTE) assinaram um acordo na terça-feira (11/11) para formar 10 mil programadores de nível médio em 2009. É o projeto Forsoft em ação.

Forsoft: O que é ?

É um projeto oficializado pelo governo federal cujo objetivo é formar jovens, recrutados em comunidades carentes, como programadores de computador em nível médio. Conheça mais sobre esse projeto em Onde Estudar.

Veja abaixo a lista de vídeos disponibilizada pela TV Capital Digital,  sobre a formalização do programa com o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi:

[youtube:http://br.youtube.com/watch?v=nWVvCRZP7Cs&feature=related]

 As iniciativas são muito boas, embora um pouco tardias. Iniciativas essas, que esperamos que não sejam afogadas pela politicagem e guerras partidárias que por vezes sem colocam como prioridade aos interesses do país. Oportunidades não faltam para o Brasil crescer. Porém, tem que mostrar competência para não perdê-las.

Acesse a notícia na íntegra aqui

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