Brasil cada vez mais competitivo em TI. Você Acredita?

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O Brasil cresceu mais um pouco no ranking de competitividade. Em 40º lugar, alcançou 36,6 pontos de um total de 100 no índice global, estando a frente de concorrentes  participantes do BRIC, como a Rússia e China e um pouco atrás da Índia.

Segundo a Info Abril, o estudo, patrocinado pela Business Software Alliance (BSA), analisa e compara os ambientes de tecnologia da informação (TI) de 66 países, incluindo o Brasil, para determinar em que medida eles proporcionam competitividade ao setor de TI.

Ainda de acordo com a reportagem, os dados revelaram que o país teve melhor desempenho no ambiente geral de negócios, em pesquisa & desenvolvimento e no apoio à indústria de TI. Áreas que podem ser melhoradas incluem capital humano, infraestrutura de TI e ambiente legal.

Ser competitivo, numa definição mais generalizada e sem pretender ser simplório, é estar em condições de competir para vencer. Apenas participar não basta.

Segundo a wikipedia, a competitividade é a característica ou capacidade de qualquer organização em lograr cumprir a sua missão, com mais êxito que outras organizações competidoras. Baseia-se na capacidade de satisfazer as necessidades e expectativas dos clientes ou cidadãos aos quais serve, no seu mercado objectivo, de acordo com a sua missão específica, para a qual foi criada.

Se o Brasil pode chegar ao topo do ranking? Só o tempo (e põe tempo nisso) dirá. Mas almejar o topo, acreditando sempre em seu potencial é “a” atitude, o combustível que vai sustentar a caminhada rumo ao progresso, aquela palavrinha da nossa linda bandeira, cujo significado nunca teve tanto ar de realismo.

Claro que escândalos políticos recheados de atos secretos e públicos decepcionam, mas não podemos nos esquecer que a solução para o Brasil está nas “pessoas comuns” e não em seus governantes.

Tudo porque os governantes que estão lá são reflexo da inteligência ou  ignorância  do povo – como queira. Se melhorarmos a nós mesmos e aos outros, teremos governantes melhores no futuro. É a lógica.

E como prosseguir nesse processo de melhoria mútua e contínua, emprestando um termo comum em governança empresarial?

Acredito que incrementamos um pouco mais o índice de competitividade do  nosso país quando fazemos nossa parte desenvolvendo, criando, suportando, ensinando, aprendendo, doando, enfim gerando conhecimento e riqueza que agregam real valor para a sociedade.

Por essas e outras que acredito bastante no Brasil, e você?

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