75 mil bolsas de estudos no exterior para TI e Engenharia

Estudar no exterior, como todo mundo está cansado de saber, é bastante caro para a grande maioria dos brasileiros. Aliás, tão caro quanto necessária a interação do indivíduo com outros países, diferentes culturas, que permitem uma globalização mais real para a carreira profissional.

O Brasil tem alcançado um destaque considerável no cenário mundial, dessa vez de forma positiva, e para continuar assim, crescendo, deve correr para globalizar seus profissionais de hoje e do futuro. As bolsas, oferecidas pela Capes e CNPq, são grandes oportunidades para você alcançar essa experiência internacional tão importante para a maturidade profissional.

O programa que distribuirá as bolsas se chamará Ciência sem Fronteira, e será apresentado à presidente Dilma em sua versão final. O crescimento na quantidade de bolsas distribuídas em relação ao ano passado deve ser de 15 vezes, e parcerias com instiuições de ensino no exterior já estão em andamento. O parágrafo seguinte em destaque traz mais informações, divulgadas pelo site da INFO:

As 75 mil bolsas de estudo no exterior que o governo pretende ofertar a alunos brasileiros até 2014 e que serão distribuídas no primeiro semestre de 2012 priorizarão as áreas de TI e engenharia.
Esses são considerados setores estratégicos para o desenvolvimento do país. As bolsas serão destinadas a estudantes de pós-doutorado, doutorado, mestrado, graduação e cursos técnicos em nível médio.
Do total, 45 mil bolsas serão oferecidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), autarquia do Ministério da Educação (MEC) e as demais 30 mil serão concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).
De acordo com o plano apresentado pela Capes, 65% das vagas sob sua responsabilidade abrangerão a graduação e o doutorado. O aluno fará parte do curso no Brasil e parte em instituições estrangeiras.

É importante ficar atento na mídia sobre novas informações sobre o programa, pois deverá ser bastante concorrido pelos benefícios óbvios que ele se propõe a oferecer para quem quer se especializar. O mercado deverá absorver tranquilamente esse pessoal com boa formação e treinado no exterior, com um segundo idioma fluente.

E você, abriria mão de sua vida aqui no Brasil para uma especialização no Exterior financiada pelo Governo? Até que ponto no cenário brasileiro hoje você considera importante essa experiência quando o assunto é abertura de grandes oportunidades de carreira?

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Discussão

  1. Marcio